O policial federal baiano Wladimir Matos Soares foi preso, na terça-feira (19), acusado de repassar informações confidenciais sobre a segurança do presidente eleito em 2022 durante a transição do governo.
Segundo a Polícia Federal (PF), Wladimir teria colaborado com aliados do ex-presidente Bolsonaro (PL) no planejamento de uma tentativa de golpe em 2022.
De acordo com mensagens obtidas pela PF, o agente mantinha contato com Sérgio da Rocha Cordeiro, capitão da reserva e ex-assessor especial da Presidência no governo Bolsonaro.
Em investigações, a PF descobriu, na terça-feira, a possibilidade de ações para assassinar Lula envenenado.
Wladimir é natural de Salvador e agente há 22 anos. Segundo informações, ele fez parte do setor de inteligência da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) em 2008.





